SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
PENSADORES CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA
- EMILE DURKHEIM (1858-1917)
o sujeito é obrigado a seguir o modo de ser e de agir da coletividade, sem ter condições ou forças suficientes para deixar de se cumprir a função ou papel social que lhe é dado .
(Ou que se escolhe o conjunto social).
(Que não seja sua propiá escolha mas da sociedade).
Pois um individuo só não consegue da significado a nada.
tudo depende do ambiente que você nasceu, e foi socialmente educado.
- Durkheim diz que os fatos sociais merecem analise e investigação cientifica interpretados por objetos ou coisas.
- Educação consiste em um fato social conduta ideal cheia de normas e valores isso determina coesão social.
- Método comparativo descritivo= A educação deve antes de tudo satisfazer as necessidades interesses demandas sociais, para depois atender as necessidades individuais.
- A autoridade não é violenta ela consiste em certa ascendência moral ,A liberdade e autoridade não são termos excludentes eles se implicam, A liberdade é filha da autoridade bem compreendida (Durkheim 1973, p 47)
- Toda educação preside num esforço continuo, conclusão que uma criança que uma criança não chegaria a ter uma boa educação sozinha.
- A educação é o meio mas correto de torna-las seres sociais.
- O educador não educa para se mas sim para coletividade social.
- Funcionalista porque parte da idéia de que a sociedade é organismo composto por membros com funções e papéis definidos.
- Descritivo sua concepção teórica e descritiva na medida em que procura identificar as caracteristicás dos fatos sociais para perceber a dimensão social presentes neles, EDUCAÇÃO É CONJUNTO DE NORMAS E CONDUTAS.
- A escola é a transmissão de cultura ocorre de modo sistemático, planejado e pedagogicamente pensado e formando consciência, coletiva dos padrões de ação do modo de pensar.
REFERENCIAS: ARANHA,Maria lúcia de arruda. historia da educação e da pedagogia geral e do brasil. 3.ed.São Paulo:moderna, 2006.
DURKHEIM, Èmile. As regras do metodo sociologico.10.ed.São Paulo nacional, 1982.
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